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Triste e lamentavelmente, o mundo
inteiro está contaminado por falsos conceitos, idéias e
informações. Principalmente no que diz respeito ao que realmente
seja uma vida espiritual sadia.
Escancaradamente culpada pela grande senão pela maior parte
destes conceitos equivocados, se encontra, assentada sobre toda
a sua riqueza, a Igreja Católica Romana.
Este ramo apóstata e traidor do Cristianismo, por séculos, tem
não somente ofuscado a visão do mundo em relação ao conhecimento
da Verdade, como tem, repetida e insistentemente, propalado
mentiras.
Porém, antes de delinearmos algumas das mentiras da traidora
Igreja dos Papas, falaremos sobre a Verdade.
Quando aqui esteve, em carne, o Senhor Jesus Cristo convidou
doze homens, de antemão por Deus escolhidos, para que fossem os
primeiros discípulos do Mestre.
Para que se cumprissem as Escrituras, Judas Iscariotes levou a
cabo a traição contra o Senhor, traição esta já anteriormente
anunciada por Deus nas Escrituras.
Em seu lugar tomou posição o apóstolo Matias que, juntamente com
os outros onze apóstolos, formou o primeiro corpo de homens
missionários a serviço de Deus.
Em absolutamente nenhum lugar das Escrituras se pode verificar
qualquer espécie ou tipo de primazia de um apóstolo sobre outro.
Pouco tempo depois, já após a morte e a ressurreição do Senhor
Jesus, Saulo de Tarso foi chamado por Cristo para o apostolado.
O apóstolo Paulo, segundo a Bíblia, foi o mais ativo dentre
todos os apóstolos. Foi o que maior número de Epístolas
escreveu, e não pertencia ao grupo inicial dos doze.
Outros apóstolos foram sendo, por Deus, acrescentados ao corpo
da Igreja, o Corpo de Cristo, e assim se multiplicavam os
primeiros discípulos do Reino de Deus.
Em um solene momento, o Senhor Jesus Cristo anunciou e declarou
a edificação e a posição da Igreja que acabara de estabelecer.
Igreja vem do vocábulo grego ekklêsia, e significa:
"chamados para fora", dando o Senhor a entender o grupo de
homens e mulheres chamados por ele para fora do sistema
corrupto, pervertido e injusto do mundo.
"Indo Jesus para as bandas de Cesaréia de Filipe, perguntou a
seus discípulos: Quem diz o povo ser o Filho do homem? E eles
responderam: Uns dizem: João Batista outros: Elias; e outros:
Jeremias, ou algum dos profetas. Mas vós, continuou ele, quem
dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o
Cristo, o Filho do Deus vivo. Então Jesus lhe afirmou:
Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue
quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus. Também eu te
digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha
igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.
Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: o que ligares na terra,
terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá
sido desligado nos céus." Mateus 16:13-19
Naquele momento o Senhor Jesus Cristo revelava, pela primeira
vez em toda a história, um mistério oculto por muitos séculos.
Os judeus que conheciam bem o formato do corpo de servos de
Deus, que se encontravam debaixo da Antiga Aliança feita com os
israelitas, a descendência de Jacó segundo a carne, estavam
agora diante da apresentação do novo corpo dos servos de Deus,
reunidos debaixo do senhorio e da guarda de Cristo. Corpo este
que inclui não somente os judeus, mas igualmente os não judeus
provenientes de todas as nações.
Em sua declaração o Senhor Jesus Cristo se utilizou de uma bela
combinação e uso das palavras. Ele disse: "Tu és Pedro" (do
original grego, petros, que significa pedra), "e sobre esta
pedra" (do grego, petra, que significa uma grande rocha)
"edificarei a minha igreja".
A referência é inequívoca em relação ao fato do Senhor Jesus
estar afirmando que realizava uma obra de construção de um corpo
de servos sustentados e firmados sobre ele próprio. Como
qualquer casa para ser firme precisa estar fundada sobre terreno
forte e resistente, todas as pedras (petros) do templo de Deus,
a igreja, necessitam de estar sobre a grande e forte rocha
(petra) que é Cristo. Assim, o Senhor, naquele momento declarou
que sobre Ele, por Ele sustentados e estruturados, sua igreja
era edificada. Logo a Pedro foi declarado e revelado que ele
fazia parte do templo de Deus, o corpo de Cristo, assim como uma
pedra faz parte da construção e formação de uma casa,
fundamentado sobre a grande rocha e o grande fundamento e
sustentáculo da igreja, ele, o Senhor Jesus.
Em seguida, disse a Pedro (petros): "dar-te-ei as chaves do
reino dos céus" significando a autoridade dada ao cristão pelo
Dono da casa e pelo edificador de sua própria casa, a igreja.
É fundamental que se entenda que o Senhor estava revelando a
seus discípulos naquele momento o mistério divino da obra que
empreendia, isto é, a construção de um templo, não feito por
mãos humanas, a igreja, formada por homens e mulheres, criados
pela mão de Deus, para a Sua habitação pelo Espírito Santo.
Como toda casa que se constrói, sobre o seu fundamento
colocam-se as pedras, uma a uma, até que a casa esteja pronta e
completa.
Assim foi por Jesus Cristo iniciada a construção do templo vivo
de Deus, a igreja.
Esta mesma igreja, composta pelos verdadeiros cristãos, os que
estão firmados, pela mão do construtor, Deus, sobre a Rocha, o
Seu Filho, se multiplicaram e continuam a se multiplicar até o
presente momento, e assim continuará sendo até que a casa seja
completada.
Os cristãos têm atravessado toda a história, passando pelo
Império Romano, pela Idade Média, pelo período Absolutista, pela
tempestuosa história das nações asiáticas e africanas,
atravessando o período da Revolução Industrial, o Período
Moderno e Pós-Moderno até os nossos dias. A igreja do Senhor
Jesus Cristo é a mesma e única igreja cuja edificação teve
início quando da presença do Filho de Deus entre os homens, o
Emanuel, que significa Deus conosco.
Esta igreja, composta pelos verdadeiros discípulos e filhos do
Senhor Jesus, continuará a crescer até que ele retorne para
buscá-la, como prometeu.
Porém, como já anteriormente por Deus revelado, seu retorno
acontecerá somente após o cumprimento de todas as profecias
bíblicas que falam de acontecimentos que haveriam de ter lugar
antes do grande dia da sua volta. E uma dessas profecias diz
respeito a uma lamentável e danosa ocorrência: a apostasia.
" Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos
tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos
enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que
falam mentiras, e que têm cauterizada a própria consciência, que
proíbem o casamento, exigem abstinência de alimentos, que Deus
criou para serem recebidos, com ações de graça, pelos fiéis e
por quantos conhecem plenamente a verdade;"
1 Timóteo 4:1-3
Apostasia, segundo a Bíblia, significa o abandono da doutrina de
Cristo. Pode também, significar o abandono da fé em Cristo.
Ambas as situações, porém, se complementam e configuram o estado
de apostasia ou apóstata.
Em um enorme mundo, com muitas nações, tribos, povos, raças,
línguas e dialetos, a igreja de Cristo só pode ser vista em sua
unidade essencial e numérica a partir dos céus. Em outras
palavras, apenas Deus possui o poder de visualizá-la pedra
(petros) por pedra formando o todo unitário do templo divino.
Com relação aos homens, somente o discernimento espiritual
concedido pelo Espírito de Deus pode nos habilitar a reconhecer
um verdadeiro irmão, um filho de Cristo. E esse mesmo
discernimento concedido por Deus nos capacita a identificar o
verdadeiro e o falso discípulo de Cristo.
Desta forma, os autênticos cristãos se reúnem nas congregações e
compartilham entre si as virtudes concedidas por Deus ao corpo
de Cristo, a igreja.
A apostasia, de que fala a profecia bíblica acima citada, já
teve início há muito tempo, e a apostasia continua e continuará
a acontecer até que Cristo volte.
Embora não exclusiva da Igreja Católica Romana, a apostasia que
lá se deu, e que ainda se dá, é de enormes e impressionantes
proporções e catastróficas conseqüências. As conseqüências da
apostasia da igreja de Roma são tão graves e danosas a ponto de
uma grande parcela da população mundial acreditar que aquela é a
igreja de Cristo.
Muitos acreditam na mentira católico romana que assevera que a
Igreja Católica Romana é a igreja original e que se mantém
original até hoje, enquanto na verdade a Igreja de Roma é
justamente o cumprimento da profecia bíblica relativa à
apostasia.
Para um franco início de conversa, a igreja do Senhor Jesus
Cristo teve seu início em solo israelita e se multiplicou em
direção aos quatro cantos da terra e, biblicamente, não existe
sequer uma única referência a qualquer espécie de primazia ou
maior importância em relação à igreja de Cristo que se
encontrava estabelecida na cidade de Roma. Assim como a
comunidade de cristãos integrava espiritual e fisicamente a
verdadeira igreja de Cristo, o mesmo se dava em outros lugares
do mundo, como em Jerusalém, na Galácia, na Capadócia, na
Frígia, na Grécia, em Tessalônica, Corinto, etc. A igreja de
Cristo que se formava em Roma, nos primeiros anos após a
ascensão do Senhor Jesus, era tanto igreja de Cristo como as
outras comunidades irmãs, em todas as cidades do mundo onde o
Senhor recolhia para dentro de seu corpo, a igreja, os seus
discípulos. Todas essas comunidades de cristãos eram chamadas de
igreja, constituindo sua totalidade a grande obra iniciada por
Cristo, a sua morada.
E até onde a história nos permite conhecer, as igrejas do Senhor
Jesus, que, juntas, formavam e ainda formam a verdadeira igreja
de Cristo, atravessaram muitos anos, mesmo séculos, até que teve
início a grande apostasia que fez surgir a que é hoje conhecida
pelo nome de Igreja Católica Apostólica Romana, que de
apostólica só tem, e indevidamente, o nome.
Iniciei o parágrafo anterior com "até onde a história nos
permite conhecer" pois é amplamente aceito por muitos
respeitados estudiosos e historiadoras cristãos, que a apostasia
que deu à luz a Igreja Católica Romana se deu no século IVDC,
com a promulgação pelo imperador romano Constantino de um
decreto que reconheceu o cristianismo como uma religião oficial
daquele império.
Não pode restar dúvidas de que a corrupção do caráter de homens
inescrupulosos, ambiciosos, arrogantes e ávidos pela glória e
pelo louvor deste mundo tenha sido um fator decisivo para o
surgimento de uma liderança eclesiástica inicial que culminou em
um gigantesco império religioso, econômico, político e temporal
que é a apóstata Igreja Católica Romana.
Em uma bizarra e grotesca deturpação do Evangelho, lançaram a
público as famosas heresias que constituem o carro-chefe da
argumentação católico-romana em favor da supremacia e da
autoridade (humana) papal.
Examinaremos aqui as principais heresias do sistema doutrinário
apóstata da Igreja Católica.
Para sustentar o posicionamento de liderança e governo dos papas
de Roma, até hoje é asseverado, pelo ramo traidor do
Cristianismo, que o apóstolo Pedro obteve do Senhor Jesus Cristo
a autoridade de governo sobre a sua igreja na terra. Bizarra
mentira.
Asseveram que o Senhor Jesus escolheu a Pedro como o chefe dos
apóstolos e que as chaves do reino dos céus são a autoridade
para reinar sobre a igreja. Absolutamente falso.
E para tornar a argumentação mentirosa ainda mais pervertida,
afirmam que Pedro não somente era o príncipe dos apóstolos como
também deveria haver uma "sucessão apostólica" para que sempre
houvesse quem se assentasse sobre o trono de Pedro. Absurdos e
mais absurdos.
Quando o Senhor Jesus Cristo se dirigiu aos discípulos lhes
perguntando quem eles diziam que ele era, e Pedro respondeu: "Tu
é o Cristo, o Filho do Deus vivo" e a seguir o Senhor Jesus
declarou: "Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi
carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus",
com isso dava o Senhor a entender o caráter divino e
sobrenatural da igreja, pois a revelação do reino dos céus só
pode se dar por meio sobrenatural, pois o reino dos céus é
sobrenatural. Significa o governo do Deus invisível sobre todos
os cristãos. Quando Jesus afirmou "não foi carne e sangue quem
to revelou", este "carne e sangue" se refere a "humano",
significando que Pedro sabia que o Senhor era o Filho do Deus
vivo por uma compreensão sobrenatural, não humana, pois "não foi
carne e sangue quem to revelou", ie, não foi a mente, a lógica
ou o raciocínio humano, mas "meu Pai que está nos céus foi quem
to revelou" (a revelação sobrenatural divina).
Isto se deu para demonstrar que todos os verdadeiros cristãos se
encontram em um reino sobrenatural, celestial e divino, o reino
de Deus. Reino de Deus ou Reino dos Céus significa toda a esfera
espiritual que se encontra sob o domínio e governo de Deus sobre
a terra, onde Satanás não pode penetrar, pois foi expulso da
comunhão com o Senhor. O Reino de Deus também significa seu
reinado nos céus, sobre toda a criação que nós ainda não
conhecemos, pois ainda não entramos no céu.
Esta declaração do Senhor Jesus a Simão Barjonas foi uma
revelação do que é a realidade espiritual da igreja de Cristo. A
mesma revelação que Pedro recebeu do Pai com relação ao Filho, é
dada a todos os verdadeiros cristãos que compõem a verdadeira
igreja.
Deturpando não somente a narrativa bíblica bem como distorcendo
o significado das palavras do Senhor, os apóstatas de Roma
insistem em dizer até hoje que Pedro possuía preeminência e
primazia dentre os demais apóstolos.
Pedro nunca recebeu nenhuma primazia em relação aos demais
apóstolos e o fato do Senhor Jesus ter dito estas palavras a
Pedro foi pelo simples fato de terem sido Simão e João, os
primeiros seres humanos a serem convidados para o apostolado.
Mas esta relação cronológica nada tem a ver com primazia ou
governo sobre os demais apóstolos. Vejamos quando o Senhor Jesus
chamou seus primeiros discípulos:
"Caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão,
chamado Pedro, e André, que lançavam rede ao mar, porque eram
pescadores. E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei
pescadores de homens. Então eles deixaram imediatamente as
redes, e o seguiram." Mateus 4:18-20
É pois compreensível e harmonioso que o primeiro discípulo
chamado para ser apóstolo, e também o primeiro citado por ordem
cronológica, tenha sido o primeiro para quem o Senhor disse que
seria uma pedra colocada sobre a grande rocha sobre a qual
repousa a igreja, rocha esta que é Cristo.
Não incorre em heresia nenhuma alguém que diga que Pedro foi a
primeira pedra colocada sobre a rocha, pois o Senhor fez a
declaração primeiramente a ele, Pedro, contudo, logo após
terminar de falar estas palavras, aquela declaração de Cristo,
imediatamente se estendia e aplicava a todos os que, durante
toda a história, se lhe tornassem discípulos.
Em outra deturpação, essa sobremaneira forçada, tendenciosa e
sutil, procurando torcer e manipular as Escrituras, os líderes
apóstatas da igreja de Roma afirmavam, como ainda o fazem seus
sucessores, que a pedra sobre a qual a igreja está edificada é
Pedro e não Cristo.
Isto já foi comentado anteriormente, e fica mais do que evidente
pela leitura das Escrituras que a igreja composta de pedras
(petros) se encontra edificada sobre a grande rocha (petra) que
é Cristo. E por diversas vezes nas Escrituras o Senhor Jesus é
chamado de Rocha, significando o Deus Todo-Poderoso que é o
fundamento da igreja: Salmos 18:2; Salmos 19:14; Salmos 89:26;
Salmos 92:15; Isaías 44:8; dentre outros versículos bíblicos.
E o próprio apóstolo Pedro ao escrever, inspirado por Deus, a
sua primeira Epístola, assim disse:
"Chegando-vos para ele, a pedra que vive, rejeitada, sim,
pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa, também vós
mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual
para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios
espirituais, agradáveis a Deus por intermédio de Jesus
Cristo. Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma
pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será de
modo algum envergonhado. Para vós outros, portanto, os que
credes, é a preciosidade; mas para os descrentes, A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a
principal pedra, angular, e: Pedra de tropeço e rocha de
ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para
o que também foram postos." 1 Pedro 2: 4-8
As Escrituras não poderiam ser mais claras.
Pedro não somente se coloca na mesma posição de todos os demais
cristãos, ao afirmar que estes são pedras edificadas sobre a
Rocha que é Cristo, bem como afirma que o Senhor Jesus é o
fundamento da igreja. Pedra angular e pedra principal
significam, nada mais, nada menos, do que o fundamento de uma
construção. E aqui, evidentemente, Pedro se refere a Cristo.
Cai, portanto, por terra, toda a argumentação falaciosa
referente a uma suposta supremacia de Pedro como "príncipe sobre
a igreja" ou como seu fundamento.
Impressionantemente, não satisfeitos em atribuir aos líderes da
igreja de Roma atribuições que Deus nunca lhe concedeu, ainda
passaram a intitulá-los de "Papa" (que significa pai), indo
assim de forma abertamente contrária ao mandamento do Senhor
Jesus Cristo que disse:
"A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é
vosso Pai, aquele que está no céu." (Mateus 23:9)
Mas de heresia em heresia, de mentira em mentira, assim foi
crescendo e germinando sobre o solo pantanoso do mundo a
apóstata Igreja Católica Romana.
O número e as formas das heresias são muitos. Mas, apenas para
citar algumas, eis aqui uma breve lista:
A supremacia do Papa sobre a igreja cristã; a sucessão
apostólica; a proibição do casamento; a rígida hierarquia
estabelecida, inexistente nas Escrituras, e que consta de
Arcebispos, Cardeais, Bispos, Padres, Monges e Freiras, Madres
Superiores, etc; a transformação da pessoa de Maria em uma
deusa, para quem dirigem súplicas e preces (como se os mortos
fossem capazes de ouvir), bem como os falsos atributos que lhe
conferiram: Rainha do Céu, intercessora junto a Cristo, Mãe de
Deus (que loucura! Como se Deus tivesse mãe); os pedidos e
preces aos já falecidos apóstolos, os quais não tem nenhuma
comunicação com este mundo; a invenção de um fantasioso local
intermediário de purificação, entre a terra e o céu, o chamado
Purgatório; a infalibilidade papal; as famosas e históricas
indulgências; as preces pelos mortos; a cumplicidade e a
co-participação no sincretismo religioso brasileiro; a
multiplicidade de estátuas, imagens e bonecos que embora aleguem
que não os adoram e nem veneram, o comportamento católico em
relação às imagens em nada difere do comportamento das religiões
pagãs e politeístas, como o Hinduísmo ou o Budismo; a confissão
dos pecados a homens, os padres, ao invés da correta confissão
dos pecados ensinada pela Bíblia, que deve ser feita diretamente
a Cristo; a absurda doutrina da transubstanciação, onde a hóstia
se transformaria dentro da boca dos indivíduos, no corpo de
Cristo; as canonizações de pessoas onde os Papas reivindicam
para si mesmos, de forma arrogante e blasfema, a autoridade de
afirmar quem entra ou quem não entra nos céus; a incrível
afirmação (que chega a soar como anedota) que Pedro guarda as
portas do céu; o valor dos sacramentos; o terço; o batismo de
recém nascidos; a afirmação de que os reis magos eram três (a
Bíblia não fornece o seu número, logo a afirmação de que eram
três significa desobediência a Deus que, solenemente, ordena que
absolutamente nada seja acrescido aos textos bíblicos
originais); as missas pelas almas dos mortos; a cobrança pelos
ofícios religiosos; etc, etc, etc.
Isso ainda sem mencionar as sanguinárias Cruzadas, a Inquisição
e as associações da Igreja Católica Romana com a diabólica
Maçonaria.
Para um mundo que jaz na escuridão, alheio às coisas de Deus,
qualquer movimento religioso que fale em justiça, paz,
fraternidade, caridade e amor, pode passar aos olhos da imensa
maioria como sendo um movimento agradável a Deus. É o que se dá
com o Espiritismo, com o Budismo, Confucionismo, Taoísmo,
Islamismo e Catolicismo Romano.
Mas então, alguém pode perguntar: Mas os católicos não falam de
Deus? Não lhe dizem: Senhor? Não são os católicos, porventura,
cristãos como os apóstolos o foram?
A resposta é dada pelo próprio Senhor Jesus Cristo:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos
céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos
céus." Mateus 7:21
Pode, porventura, alguém que se diz cristão confiar em falsos
deuses? Pode um verdadeiro cristão se curvar diante de ídolos e
ainda afirmar: eu amo a Deus?
Onde se encontra o coração do adorador de ídolos? Onde a sua fé?
(se é que a possui).
E o que é ainda mais grave: Como alguém pode ter comunhão com
Deus se não o conhecer? E é este o mais grave aspecto da
apostasia da Igreja de Roma: a obstaculização ao conhecimento da
verdade.
Com suas liturgias enlouquecidas por uma fantasiosa participação
de mortos, pelo ensino da mentirosa purificação no Purgatório,
pela idolatria sem limites prestada a imagens e a figuras
imaginárias, pela confissão de pecados a homens pecadores e
manchados pela iniqüidade, pela submissão ao falso apóstolo e
falso representante de Cristo, o Papa, assim a Igreja Católica
Romana faz desviar e tropeçar aqueles que desejam a Cristo. Ao
invés de trazê-las para junto do Senhor, para mais longe dele as
empurram. Mas como poderiam trazer alguém para junto de Cristo,
se eles mesmos dele se encontram separados?
A mesma advertência é aqui aplicável:
"Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais o
reino dos céus diante dos homens; pois, vós não entrais, nem
deixais entrar os que estão entrando." Mateus 23:13
Os verdadeiros cristãos são aqueles que conhecem ao Senhor Jesus
Cristo. Os verdadeiros cristãos confessam que Jesus é Cristo,
pois conhecem a divindade de seu Senhor. Os verdadeiros cristãos
nasceram de novo, nasceram da água e do Espírito de Deus. Os
verdadeiros cristãos são espirituais e andam segundo o que não
vêem e não segundo o que vêem. O cristão vive pela fé. O cristão
aguarda a sua pátria celestial e eterna, e reconhece sua
condição de peregrino e forasteiro neste mundo condenado à
destruição. O autêntico cristão, filho do Senhor Jesus Cristo,
não se curva diante de nada e nem de ninguém, senão diante de
seu Mestre e Senhor, aquele que por nós morreu e ressuscitou. O
verdadeiro cristão não ama o mundo inimigo de Deus, mas reprova
a conduta injusta, promíscua, mentirosa e hipócrita de uma
humanidade que dá desprezo e faz descaso para com o Criador.
O cristão é um guerreiro que combate consciente de uma vitória
já alcançada, por isso sabe que todo o seu esforço não é em
vão.
"porque tudo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é
a vitória que vence o mundo, a nossa fé." 1 João 5: 4
INTELLECTUS
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