A Origem do Big Bang

Evolucionismo. Como tudo começou

O Evolucionismo é na realidade um sistema de crenças baseado na suposição de que há uma explicação puramente materialista para a origem de virtualmente todas as coisas que existem. A essência desta crença (também conhecida como Materialismo) é que tudo na natureza surgiu espontaneamente por um processo de autotransformação sem a necessidade de intervenção sobrenatural.


O Evolucionismo é na realidade mais uma corrente filosófica ateísta do que qualquer outra coisa. Embora existam evolucionistas não ateus, muitos sem entenderem adequadamente sobre o que falam, afirmam que a crença em Deus pode ser conciliada com a crença no Evolucionismo. Porém a crença no evolucionismo se opõe frontalmente à crença em Deus, e pior ainda, O chama de mentiroso. Pois se Ele afirma que criou os céus e a terra em seis dias e o homem no sexto dia, pela Sua palavra, e alguém diz: "houve uma explosão e o universo passou a existir, e ainda, meus antepassados foram répteis e macacos", tais afirmações contradizem o que diz Deus. Logo tal conciliação, i.e, a crença em Deus e a crença no evolucionismo é impossível, absurda e sem coerência.


O evolucionismo não se iniciou com Darwin, e nem foi inicialmente proposto por cientistas trabalhando em laboratórios. Filósofos da Grécia antiga já especulavam sobre uma origem materialista para o universo, como foi o caso de Anaximenes (560-502 BC), Heraclitus de Éfesus (535-475 BC), Empédocles (484-424 BC), e Epicurus (341-270 BC). Este último acreditava que todas as coisas no universo se desenvolveram ao acaso por combinações aleatórias de partículas chamada de Átomos! Na realidade, o atual sistema de crenças chamado de Evolucionismo Naturalista, muito deve ao Epicurismo. Portanto, evolucionismo é crença e não ciência.

A Origem do Big Bang

Emmanuel Swedenborg, em 1734, admitiu que lhe havia sido dito em uma sessão espírita que gás no espaço exterior se revirou e se auto-transformou no que é hoje o sol e as estrelas. Propagou esta teoria entre outros, tornando-se assim a fonte primária para a Teoria da Hipótese Nebular. 

George Gamou, em 1949, publicou a Teoria do Big Bang, segundo a qual o nada se juntou e explodiu dando origem a hidrogênio, o qual então se transformou no que são as estrelas, os planetas, etc... Desenhava quadrinhos com termos intrigantes (como o ylem) fascinando os cientistas evolucionistas. George Gamov decidiu passar a receber por seus quadrinhos de estórias de ficção científica e passou a escrever para o público em geral. Vários anos depois, ele apresentou a astrônomos uma seqüela do Big Bang. Era o ciclo de oitenta bilhões de anos, chamado A Teoria do Universo Oscilante, onde uma expansão exterior do universo era seguida por um colapso interno transformando-se em um ponto menor do que uma polegada, e que depois explodiu para fora, de novo. 

Fred Hoyle, em 1948, publicou a Teoria do Estado Estável do Universo, a qual ensina a geração espontânea de matéria (hidrogênio) no espaço exterior. Uma década depois, ele também se tornou um escritor de ficção científica em tempo integral, escrevendo por vários anos e mais tarde repudiando sua teoria como sem nenhum valor. 

Eis de onde procedem as tais teorias: não do trabalho de pesquisadores armados com fatos científicos, mas de uma sessão espírita e de dois escritores de ficção científica, os quais puseram em papéis seus sonhos e incitaram a outros. (Adaptado de: The Origin of Matter/ Harvestime Books). 

 


 

 

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