Os Beatles e Krishna

Como o Hare Krishna chegou ao Ocidente

Satanás tinha planos bem mais abrangentes para os Beatles do que simplesmente promovê-los à fama, à fortuna, e, posteriormente, à destruição.

Em 1966 alguém contou aos Beatles a respeito de um álbum de adoração hindu gravado por jovens músicos não profissionais. Após ouvirem o tal álbum, os Beatles solicitaram a compra de cem cópias. O álbum se chamava: Krishna Counsciousness (Consciência de Krishna) e fora gravado sob a direção de um mestre hinduísta, o guru Swami Bhaktivedanta Prabhupada.

Em uma entrevista, anos após, em 1988, George Harrison relembra o impacto que o disco teve sobre os Beatles:

“Eu me lembro de ter cantado o mantra Hare Krishna por dias seguidos, John e eu, enquanto velejávamos pelas ilhas gregas. Cantamos cerca de seis horas seguidas, pois uma vez que se inicia o mantra, simplesmente não se consegue parar.”

O ano de 1969 é considerado o ano em que o guru Bhaktivedanta Prabhupada trouxe para o Ocidente o movimento Hare Krishna, mais especificamente para a Inglaterra.

Em 1969, Swami Bhaktivedanta, que posteriormente passou a ser conhecido como Srila Prabhupada, o fundador do Movimento Hare Krishna, passou a dar conferências públicas, três a quatro vezes por semana, na propriedade de John Lennon, na Grã-Bretanha, em um local instalado perto da casa principal da propriedade onde viviam John Lennon e Yoko Ono. Na propriedade do Beatle John Lennon havia um prédio que servia como salão de recitais, mas a partir da chegada do guru Bhaktivedanta (Srila Prabhupada),vários de seus discípulos, os quais também residiam na propriedade de Lennon, em um grupo de casas para hóspedes e convidados, instalaram um altar e um podium para Srila Prabhupada no salão de recitais, transformando-o assim em um local de culto e de adoração Hindu. Não deram um nome oficial ao recinto de adoração feito para Prabhupada, chamavam-no, simplesmente, de “Templo”.

Em 1969 John Lennon já havia estado junto do Maharishi e nesse mesmo ano, que segundo autores, foi um ano em que Lennon buscava um novo modo de liberação social e pessoal e ainda, também em 1969, casou-se com Yoko Ono.

No dia 14 de setembro daquele mesmo ano, John Lennon, Yoko Ono e Geoge Harrison tiveram um encontro, juntos, com o guru Srila Prabhupada, o homem que trouxe os mantras do Hare Krishna para o Ocidente.

A conversa com o guru hindu Bhaktivedanta passou por temas tais como “caminhos para a paz e liberalização”, a imortalidade da alma, reencarnação, a natureza de Deus, as qualificações necessárias para que alguém se torne um guru e a “autoridade” do Bhagavad-gita (a cartilha do Hinduísmo/Budismo/Hare Krishna que foi difundida no Ocidente pelos Beatles e por Prabhupada).

Este encontro dos três com o guru dos Hare Krishna foi gravado e está disponibilizado em sites na Internet. No encontro, Prabhupada faz incursões sobre a existência e diz a John Lennon que este nada deveria temer, nem na vida e nem na morte (John Lennon morreu brutalmente assassinado por um desequilibrado mental, ao chegar, despreocupadamente, em casa).

Assim foram as palavras do guru dos Beatles:

“Quando este corpo deixar de existir, você continuará a existir...A alma é eterna e o corpo é temporário...Mas essa diminuta quantidade do Absoluto dentro de nós é muito grande quando comparada com o conhecimento material....”

John Lennon que já havia procurado um “genuíno” guru na Índia, juntamente com Yoko Ono, “enxergou” em Prabhupara a “autoridade” de um “autêntico” guru. O mesmo se deu com George Harrison. Este último diria mais tarde, em uma entrevista, em 1982:

“Não há nada mais elevado do que o mantra Hare Krishna”.

Na canção Awaiting on You All, do álbum All Things Must Pass, o Beatle Harrison gravou:

“Cantando os nomes do Senhor você será livre/o Senhor está aguardando sobre todos vocês para despertar e ver”. Esse “Senhor” a quem Harrison se refere é Krishna, o deus hindu do Bahagavad Gita.

Em 1969, antes da separação dos Beatles, George Harrison gravou a música The Hare Krishna Mantra acompanhado por devotos do templo hindu Radha-Krishna de Londres. Não demorou muito até que, com o patrocínio de satanás (o maior interessado na difusão do Hinduísmo pelo Ocidente), o disco chegou aos dez mais vendidos discos na Inglaterra, Europa e partes da Ásia.

Enquanto isso acontecia, John Lennon e Yoko Ono também prestavam sua colaboração para a difusão do Hinduísmo no Ocidente. Juntamente com vários homens de cabeça raspada e robes saffron e ainda com outras muitas mulheres, dentre eles Bobby Dylan, Derek Taylor e Allen Ginsberg, Lennon e Yoko cantavam “Hare Krishna, Hare Krishna” enquanto gravavam a canção Give Peace a Chance no Montreal's Queen Elizabeth Hotel.

Os devotos de Krishna haviam estado anteriormente com John Lennon e Yoko Ono por vários dias e discorriam com estes a respeito da paz mundial e da realização pessoal. Em razão da massiva cobertura que a mídia internacional deu a esse e a vários outros encontros dos Lennon com os devotos do Hare Krishna, não demorou muito até que pessoas pelo mundo inteiro começassem a associar o movimento Hare Krishna a um estilo de vida mais “simples, alegre e pacífico”. Satanás foi bem sucedido em seus intentos.

Não restam dúvidas de que os Beatles foram o veículo escolhido pelo diabo a fim de propagar e de difundir a satânica doutrina do Hinduísmo no mundo ocidental. E isto se deu, principalmente, a partir da estranha e curiosa acepção da musicalmente insignificante  banda de Liverpool, nos anos sessenta.

George Harrison serviu como o mais ativo impulsionador do ingresso espiritual dos Beatles no Hinduísmo, através do Hare Krishna, e foi, justamente, a Harrison que o mundo deve a difusão no Ocidente do maha-mantra: Hare Krishna, Hare Krishna. Krishna Krishna, Hare Hare/ Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare.

Em um notável e também escancarado uso dos recursos de mensagens subliminares, Harrison difundiu a adoração ao deus hindu Krisha em uma de suas mais famosas gravações: My Sweet Lord (Meu Doce Senhor), uma referência, evidentemente, a Krishna, nada, absolutamente, tendo que ver com o Verdadeiro SENHOR, o Deus de Israel.

Contudo, como no Ocidente o nome do SENHOR é bem conhecido, a mensagem subliminar da música My Sweet Lord de Harrison seduziu e enganou a muitos, pois multidões de pessoas não discerniam que o “Senhor” de My Sweet Lord não era o SENHOR, e sim Krishna, mais um dentre os milhões de falsos deuses do Hinduísmo. Na referida música, enquanto Harrison canta “my sweet lord” um coro de devotos do Hare Krishna entoa, no fundo, o mantra “Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna, Krishna”. 

Em setembro de 1982, na Inglaterra, durante uma entrevista, George Harrison revela os fatores que o levaram a produzir a canção The Hare Krishna Mantra e My Sweet Lord e os discos All Things Must Pass e Living in the Material World, todos estes totalmente influenciados, em grande medida, pelos mantras e pela filosofia hinduísta do Hare Krishna.

Harrison fez ainda abertas declarações sobre seu profundo envolvimento com o guru hindu “sua divina graça” Bhaktivedanta Swami Prabhupada, fundador e Acarya (mestre espiritual) do Movimento Hare Krisha.

Nessa mesma entrevista, George Harrison fala, sem rodeios, a respeito de sua filosofia pessoal em relação ao Movimento Hare Krishna, música, Yoga, reencarnação, karma, a alma, Deus e Cristianismo.

A conversa termina com as lembranças de Harrison de sua visita a Vrndavana, Índia, local onde teria nascido o senhor Krishna, berço dos mantras dos Hari Krishna e ainda com comentários sobre o envolvimento de outras celebridades com mais esse disfarce do diabo: Lord Krishna.

Quem, ou o quê, é Krishna ?

O Hinduísmo é um sistema religioso-filosófico-social que tem suas doutrinas baseadas nos escritos dos Vedas, a literatura doutrinária do Hinduísmo ( os Vedas são compostos, basicamente, por quatro coleções de escritos produzidos entre 1500 e 500 A.C. os quais formam a principal base para as crenças do Hinduísmo).Um hinduísta jamais pode afirmar que ele adora o mesmo deus de sua comunidade. Há hindus monoteístas, há hindus politeístas e há hindus panteístas, e essa confusão toda DENTRO do que é reconhecido como a Religião Hindu.

Mesmo os hindus que se dizem monoteístas não adoram o mesmo deus. Uns adoram o deus Vishnu, outros adoram o deus Shiva, outros o deus Ganesh, outros o deus Rama, outros o deus Krishna, etc. E ainda há os hindus que não adoram um deus masculino, mas adoram uma deusa ou deusas. Uns adoram a deusa Kali, outros a deusa Parvati, outros adoram a deusa Laxmi, etc. Os hindus politeístas aceitam a adoração de todos os deuses do Hinduísmo, logo adoram Vishnu, Shiva, Ganesh, Rama, Krishna, Kali, Parvati, Laxmi, dentre os MILHÕES de deuses do Hinduísmo, o que inclui deuses das florestas, deuses animais, deuses homem-animal, etc.

Dentre os milhões de deuses do Hinduísmo figuram, em destaque, Vishnu, Kali e Shiva. Segundo o Hinduísmo, Vishnu reencarnou diversas vezes, mudando assim de corpo e estando presente em diferentes épocas. Krishna seria a oitava reencarnação de Vishnu, ou o oitavo e máximo avatar (do sânscrito: a encarnação de um deus).

Segundo as muitas lendas do Hinduísmo, um príncipe hindu, salvo do furor da ira de seu tio Kansa, cresceu oculto em um bosque chamado de Brindaban. Ao crescer e se tornar um homem, esse príncipe, juntamente com seu irmão, assassinaram seu tio e tomaram-lhe o domínio do reino. Krishna, segundo a lenda, participou de várias batalhas e triunfou na grande guerra dos Bharatas, uma epopéia narrada no Mahabharata (Bhagavad Gita). A difusão da literatura hinduísta pela Índia fez com que essas lendas fizessem do príncipe Krishna uma figura conhecida e mesmo admirada. Essa admiração à figura do lendário príncipe hindu chegaram mesmo a eclipsar a fama de Vishnu. Durante o período da Idade Média cresceu a difusão da epopéia de Krishna, passando este a ser conhecido como “um mensageiro luminoso do amor”.

Krishna ora é reconhecido como um simples antepassado humano, ora como uma divindade, ora como uma simples lenda. Porém, as blasfêmias do Bhagavad Gita são bastante evidentes:

Bhagavad Gita, Canto 10-8; Fala Krishna: "Eu sou a origem de todo ser, de mim procede a obra do universo. Sabendo disto, os sábios me adoram em amorosa contemplação."

Assim como Buda, ou Sidarta Gautama (outro príncipe lendário das páginas da literatura hindu), o que menos importa é se, de fato, tais personagens existiram. A realidade é que, através desses contos (Krishna e Buda) satanás tem difundido as doutrinas mentirosas e blasfemas do Hinduísmo. Quer seja pelas ardilosas armadilhas doutrinárias do Hinduísmo, quer seja pelo desvio da atenção devida ao verdadeiro Deus, levando homens e mulheres a adorarem falsos deuses, o sistema doutrinário hindu é como o veneno de serpentes. O Hinduísmo não somente nega, escancaradamente, a existência do Deus de Jacó, o Verdadeiro e Único SENHOR, o Criador, bem como assevera, de modo blasfemo, que “tudo é Deus”, e ainda, que “o homem é Deus.

O Hinduísmo ensina que Brahman é a “realidade divina” e que dentro dos seres existe uma “identidade divina” a que chamam de Atman. Atman por vezes é uma referência à alma humana, porém seu significado para os Hinduístas não é o mesmo significado de alma como nós cristãos o entendemos. E o que os Hinduístas chamam de "realidade divina" nada tem a ver com Deus. Antes o Hinduísmo é um forte opositor ao verdadeiro Deus. O conceito Hinduísta de "realidade divina" ou "consciência divina" é uma referência ao que chamam de Brahman Brahman.

Esses conceitos e idéias do Hinduísmo não são claramente percebidos pela esmagadora maioria dos Hinduístas e Budistas. Porém, o que importa para o diabo é que suas mentiras sejam disseminadas, fazendo assim com que os homens acreditem que “tudo é Deus” e ainda que “reencarnarão”. As doutrinas do Hinduísmo são frontalmente opostas às doutrinas do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, sendo, portanto, literalmente impossível que alguém sirva ao Evangelho e ao Hinduísmo ao mesmo tempo. A escolha é inevitável.  

“O Cristianismo desaparecerá. Encolherá e desaparecerá. Eu nem preciso discutir a esse respeito. Eu estou certo e será provado que eu estou certo. Agora nós (os Beatles) somos mais populares do que Jesus.” (John Lennon em entrevista à jornalista Maureen Cleeve,1966)

No dia 8 de de dezembro de 1980, John Lennon foi assassinado, ao chegar em casa, por Mark Chapman, um desequilibrado mental.

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” Gálatas 6:7 

As lendas de Krishna, presentes no movimento Hare Krishna, em todo esse contexto, não passam de mais uma armadilha diabólica, bastante sedutora, a fim de afastar os homens de Deus para que sejam destruídos. E esse é o objetivo do diabo: a destruição das almas dos homens.

“Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido.Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.” João 10:7-11 

 

 


 

 

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