Swami Vivekananda

Uma das estratégias preferidas de satanás para enganar, seduzir e destruir os homens é a tática de dissimular ensinamentos e doutrinas que ponham em dúvida os Escritos de Deus, a Bíblia, e que propaguem “caminhos” que afastam os homens do Criador dos céus e da terra. E dentre esses ensinamentos das trevas, se sobressai com destaque o Hinduísmo.

Pai de múltiplas heresias e blasfêmias contra o Senhor de Israel, o ensino do Hinduísmo tem sido estimulado e patrocinado pelo diabo. E a fim de promover a divulgação de seu arsenal de enganos, satanás tem se utilizado de homens e de mulheres ao longo da História. Dentre esses homens e mulheres, alguns merecem destaque pelo grande estrago que promoveram.

Eis um deles:

Swami Vivekananda

Nasceu em 12 de janeiro de 1863 em Calcutá, Índia, filho de Bhuvaneshwari e Vishwanath Datta.

É dito que Swami Vivekananda nasceu após sua mãe ter passado longos períodos a adorar o falso deus hindu “Senhor” Shiva.

Shiva, Kali, Parvati, Ganesh, Krishna, Vishnu, dentre outros, formam, juntamente com outros milhões de falsos deuses, o impressionante panteão do Hinduísmo.

Conta a sua biografia que Vivekananda, na infância chamado de “Biley”, era uma criança muito inquieta, e sua mãe derramava potes de água sobre sua cabeça exclamando: “Shiva! Shiva!”. Essa atitude, ainda segundo a biografia, acalmava o jovem Biley que então entrava em meditação.

Ao crescer foi chamado de Narendranath Datta, e após a adolescência passou a indagar sobre quem seria Deus, e sobre onde estaria Deus.

Encontrou-se, posteriormente, com Sri Ramkrishna Paramhansa, um estudante dos Vedas, Upanishads, da Bíblia e do Budismo, o qual lhe teria influenciado, e muito. Narendranath Datta tornou-se um discípulo do professor hinduísta Ramkrishna, o qual passou a ser o “mestre espiritual” de Vivekananda.

Em uma noite Narendranath Datta teria entrado em “grande meditação” e por causa desta experiência diz-se que experimentou felicidade e alegria. Foi o “mestre” Ramkrishna Paramhansa quem encorajou Narendranath Datta a se chamar Vivekananda.

Seus Ensinos

Swami Vivekananda foi um incansável promotor e divulgador das doutrinas do Hinduísmo. Seus ensinos foram fundamentados nos Vedas, os escritos hindus nos quais estão baseados todos os ensinamentos do Hinduísmo, do Budismo e, em grande parte, da Teosofia de Helena Petrovna Blavatsky, uma das mais atuantes bruxas satanistas de que se tem notícia.

Vivekananda se ocupava em difundir os ensinamentos dos Vedas, principalmente o ensino do Budismo (filho direto do Hinduísmo) e a famigerada e demoníaca doutrina do Atman ou Brahman.

Um dos conceitos mais aterradores das doutrinas do Hinduísmo é a idéia do que seja o que chamam de Atman. Atman, segundo os Vedas, seria uma “consciência divina” que cada ser humano teria dentro de si mesmo, independente e eterna. Essa tal “identidade divina” é também reconhecida como Brahman (o substituto do Hinduísmo para Deus [pois negam o Senhor de Israel, o Criador] ).

Atman, para o Hinduísmo, por vezes, é uma referência à alma, porém não como nós cristãos a entendemos. Essa tal “alma” segundo as doutrinas hindus, seria parte do “deus” interior que vive dentro do homem. Um dito popular no Hinduísmo é 

“Atman é Brahman”. Isto, segundo o Hinduísmo, significa que “o centro de todos os seres vivos é Brahman”. Em conseqüência deste conceito ensinam que “o conhecimento intuitivo” pode pôr o homem em contato com “o tudo”, a que chamam de “realidade divina”. “O homem é Brahman”, “o rato é Brahman”, “a formiga é Brahman”, “o universo é Brahman”, etc. O objetivo dessas doutrinas é ainda procurar fazer o homem afirmar, de forma arrogante e blasfema, o seguinte: “eu sou Brahman”, “o universo é Brahman”, “tudo é Brahman”, “eu sou Brahman e Brahman é tudo”, “eu sou tudo” logo “eu sou Deus”. E é isso o que Vivekanada se ocupava em ensinar.

Swami Vivekananda eram completamente anticristo e, como não poderia deixar de ser, para ele os cristãos não passavam de “grupos de fanáticos”.

Para Vivekanada, deus (Vivekananda não conhecia o verdadeiro Deus, o Jeová Elohim da Bíblia) somente poderia ser alcançado pelo Bahakti (o amor de deus) e por um árduo e doloroso processo de reencarnações.

Swami Vivekananda escancarava sua negação do Deus de Jacó, a ponto de afirmar que admirava Gautama Buda por este não acreditar em um Deus pessoal e nem em uma alma pessoal (a verdadeira alma dos homens), e ainda por Buda ter sido um autêntico agnóstico.

Vivekananda punha em questão a autenticidade do Novo Testamento e, de modo muito grotesco, deturpava os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo, procurando encontrar no Evangelho algum suporte para as tresloucadas e mentirosas asseverações do Budismo e do Hinduísmo. Como exemplo temos a afirmação de Vivekananda de que “deus deve ser buscado dentro de nós”, pois Jesus disse: “Porque o reino de Deus está dentro de vós”.

  De fato, o Senhor Jesus afirmou:

“Interrogado pelos fariseus sobre quando viria o reino de Deus, Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós.” Lucas 17:20,21

Porém, Suas palavras nunca tiveram o significado que Vivekananda procurou atribuir a elas (como se fosse possível o Senhor Jesus Cristo corroborar as mentiras de uma doutrina oposta à Sua, que absurdo!).

“Porque o reino de Deus está dentro de vós.”  

A palavra grega aqui utilizada é entos que significa “dentro” e “no meio de”.

Logo, é correto afirmar que o Senhor Jesus disse que o Reino de Deus está dentro de nós e também no meio de nós.

O reino de Deus significa toda área invisível na existência onde Deus reina, e isto inclui espaços físicos e, fundamentalmente, os espíritos dos homens convertidos a Cristo.

Um terreiro de Candomblé e o espírito de um Babalorixá, por exemplo, não se encontram no Reino de Deus, mas no império das trevas, sob o domínio do diabo. Já uma igreja cristã evangélica, sua área física e os espíritos de seus membros se encontram no Reino de Deus, pois ali reina o Senhor Jesus Cristo.

Assim sendo, evidentemente que o babalorixá do exemplo citado nunca jamais poderia encontrar a Deus olhando para a escuridão de seu próprio interior sem Deus, sua única alternativa é olhar para o alto e clamar pela libertação de sua vida. Então, e somente então, liberto por Cristo, o agora ex-babalorixá terá adentrado no Reino de Deus.Vivekananda, desgraçadamente, nada compreendia sobre as coisas de Deus.

Vivekananda foi um bom aluno de satanás e parece ter absorvido bem os ensinos da mentira, pois além de não crer no verdadeiro Deus, o Deus absolutamente pessoal dos cristãos, “Biley”, assim como os atuais adeptos do New Age Movement, acreditava em uma única religião mundial onde “Brahman” seria o buraco para onde convergiriam todas as crenças da humanidade. A isca desta armadilha diabólica é a “caridade”, pois traz consigo uma forte impressão de justiça e de piedade, levando, assim, os homens a acreditar que unidos em uma causa comum, como a promoção da paz mundial ou a ajuda ao próximo, estariam em conformidade com os desígnios de Deus. O Senhor, porém, já tendo conhecimento de tudo, alertou Sua Igreja para esse perigo:

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade.” 

2 Timóteo 3:1-7


 


 

 

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