Estudo Bíblico – 1ª Epístola de Paulo a Timóteo – 1ª Parte.

Como Servir a Deus

Como servir a Deus

Todo verdadeiro Cristão tem não somente o desejo sincero e verdadeiro de servir a Deus, mas também a saudável preocupação em frutificar adequadamente para o Reino de Deus. E esta saudável preocupação com a nossa utilidade para o Reino de Deus nos é trazida na forma de dever a ser cumprido de modo que não sejamos árvores sem frutos.

“Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” Mateus 7:16-20

A Primeira Epístola de Paulo a Timóteo é um dos mais espetaculares conjuntos de ensinamentos de Deus à Igreja a fim de aprendermos como devemos servir a Deus. É como se fosse uma espécie de “manual para o servo de Deus frutificar”. É uma riquíssima fonte de ensinamentos para a produtividade de todo Cristão que deseja se apresentar com as mãos cheias de frutos naquele grande dia, onde cada um receberá segundo as suas obras.

Nesta Epístola, Paulo se dirige a Timóteo chamando-o de filho na fé, e também diz:

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.” 1 Timóteo 4:16

Sabemos que a salvação de qualquer pessoa somente é possível mediante a fé no Senhor Jesus Cristo, em Sua obra, em Sua obediência, em sua morte e ressurreição.

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” Efésios 2:8

Todavia, em nenhum lugar das Escrituras existe a condescendência de Deus para com a preguiça ou para com a negligência, muito pelo contrário, por incontáveis vezes, a Bíblia afirma que temos para com Deus o dever e a obrigação de sermos frutíferos, a bem das nossas almas.

Paulo começa sua Epístola a Timóteo já, de pronto, dando um exemplo de si próprio, de como sua vida era verdadeiramente dedicada a Deus e como ele próprio era um exemplo de como frutificar no Reino de Deus.

“Quando eu estava de viagem, rumo da Macedônia, te roguei permanecesses ainda em Éfeso para admoestares a certas pessoas, a fim de que não ensinem outra doutrina, nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que, antes, promovem discussões do que o serviço de Deus, na fé.” 1 Timóteo 1:3,4

Esta viagem de Paulo à Macedônia não era nem a bem de seus próprios interesses particulares e muito menos uma viagem de férias. Paulo estava a serviço de Deus, cuidando dos interesses de Cristo.

Portanto, vemos logo no início desta Epístola que os cuidados para com os interesses de Cristo precisam ser a prioridade em nossas vidas. Vejam que não dissemos: “uma prioridade em nossas vidas”, mas sim, a prioridade em nossas vidas e a prioridade de nossas vidas.

Qualquer servo de Jesus Cristo que desejar conhecer o seu papel nesta existência, basta-lhe ouvir o que escreveu o apóstolo Pedro:

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” 1 Pedro 2:9

Vemos, portanto, que o papel dos Cristãos nesta vida é proclamar as virtudes de Deus em um mundo que o critica, despreza e odeia. Enquanto na língua e no coração de muitos estão as blasfêmias contra Deus, a indiferença, o desprezo e o deboche para com o Criador, nosso papel como Cristãos nesta existência é fazer o oposto, ou seja: Proclamarmos as maravilhosas qualidades de Deus para que todos ouçam, testemunhando de Jesus Cristo e contando a todos tudo o que Deus tem feito de bom em nossas vidas. Mostrando ao mundo, em Cristo, que Deus não é nenhum tirano, como alguns falsamente o acusam, mas um Deus bondoso, generoso, misericordioso, compassivo, tolerante e profundamente amoroso.

Na sequência de seus ensinamentos a Timóteo, Paulo chama a atenção para a necessidade de lutarmos pelo que ele chama de a sã doutrina. A palavra doutrina (do Grego: didaskalia) significa ensinamento, intrução, e Paulo está se referindo às doutrinas bíblicas e não a doutrinas elaboradas e inventadas pela fértil e imaginativa mente humana.

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.” 1 Timóteo 4:16

Usar ou não usar determinadas roupas e utensílios de vestuário são doutrinas humanas; estar na igreja com terno ou sem terno é uma doutrina humana; comer ou não comer carne é doutrina humana; usar este ou aquele penteado, corte de bigode ou de cabelo é doutrina humana, mas Paulo não está falando de nenhuma destas coisas a Timóteo, Paulo o estava admoestando e encorajando para que guardasse os ensinamentos de Cristo dentro na Igreja, a sã doutrina do Evangelho, protegendo o povo de Deus de heresias e de mentiras, as quais são abundantes em nossos dias.

Que Paulo está se referindo à sã doutrina do Evangelho de Cristo, e não à doutrinas de homens, está evidenciado também nos versículos de 8 a 11 do primeiro capítulo desta Epistola a Timóteo, onde lemos:

“Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo, tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas, impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros e para tudo quanto se opõe à sã doutrina, segundo o evangelho da glória do Deus bendito, do qual fui encarregado.” 1 Timóteo 1:8-11

Nas Epístolas de Paulo encontramos, sim, referências à vestimenta decente e à ordem nos cultos e nas reuniões da Igreja por causa de Cristo, mas o tom desta Epístola é dado pelo próprio Paulo, quando ele escreve:

“Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia. Desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em loquacidade frívola, pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações.” 1 Timóteo 1:5-7

O Primeiro Passo: Cuidar do nosso próprio Relacionamento com Deus

“Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.” 1 Timóteo 2:1-4

Por mais bem intencionados que possamos estar, se o nosso relacionamento com Deus não estiver bem, nada irá bem em nossas vidas, inclusive nosso serviço a Deus. A palavra ministério (do Grego: diakonia) significa exatamente isto: serviço. Portanto, o ministério de cada Cristão é precisamente o serviço do qual ele foi encarregado para servir a Deus nesta existência. O serviço a Deus é tanto individual como coletivo, referindo-nos à Igreja. Ou seja, servimos a Deus individualmente e como um só corpo, a Igreja, cuja cabeça é o Senhor Jesus Cristo.

Quando perguntado sobre qual é o maior de todos os mandamentos, o Senhor Jesus Cristo assim responde:

“E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” Marcos 12:29-31

Paulo fala sobre a necessidade que temos de usar a prática de súplicas, de orações, de intercessões e de ações de graça. Ora, as nossas orações a Deus são ponto nevrálgico e vital em nossas vidas, de modo que se não estamos orando a Deus, corremos os risco de nos tornarmos mornos, frios, embrutecidos e infrutíferos.

O próprio Senhor Jesus Cristo orava ao Pai a todo tempo, e por diversas vezes nas Escrituras encontramos referências a este fato.

“Mas Jesus retirava-se para lugares solitários, e orava.” Lucas 5:16

É em nosso bom relacionamento com Deus que encontramos conforto, consolo, estímulos e motivações não somente para seguirmos em frente rumo às recompensas celestiais que nos estão prometidas, mas também é onde encontramos a direção certa a seguir em todos os aspectos de nossas vidas. E a Primeira Epístola de Paulo a Timóteo enfatiza, de modo claro e objetivo, a necessidade e o dever de nossa dedicação e serviço aos nossos irmãos, o segundo maior mandamento de Deus.

Se desejarmos ser frutíferos para o Reino de Deus, novamente ressaltamos, que os interesses de Cristo precisam ser a prioridade em nossas vidas. Estando os interesses de Cristo estabelecidos em primeiro lugar, entendemos que esses interesses dizem respeito aos cuidados com os nossos irmãos, sendo esta uma poderosa evidência do nosso verdadeiro amor ao Senhor Jesus.

“Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros. Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as minhas ovelhas. Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas.” João 21:15-17

Bispos, Presbíteros e Diáconos

É muita infantilidade acreditar que somente os chamados pastores é que estão à frente do serviço aos santos na Casa de Deus, que é a Igreja. Como já dito acima, precisamos servir a Deus individualmente e coletivamente, pois somos um só corpo, o Corpo de Cristo, que é a Igreja. E um único membro da Igreja pode ser espetacularmente frutífero no Reino de Deus, mesmo não tendo sido chamado por Deus para ser Bispo, Presbítero ou Diácono. Os princípios fundamentais, assim como a orientação maior de como servir a Cristo e como frutificar no Seu Reino estão expressos nas seguintes palavras do próprio Senhor Jesus Cristo:

“Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” Mateus 20:25-28

Segundo a Bíblia, não existe uma hierarquia de ordenação, e muito menos de subordinação eclesiástica, entre pastores, bispos e presbíteros. Estes ministérios são na realidade o mesmo ministério a que Paulo se refere no capítulo 3 desta Epístola:

“Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja.” 1 Timóteo 3:1

Episcopado (do Grego: episkope = o ofício dos Bispos). Sobre o ministério dos diáconos, falaremos logo em seguida.

A hierarquia de ordenação eclesiástica segundo a qual bispos dominam sobre pastores, os quais dominam sobre presbíteros é uma heresia grotesca tomada emprestada da Igreja Católica Romana (apóstata), e “adaptada” na Igreja Protestante, ou Evangélica.

A hierarquia (herética) da Igreja Católica Romana (ICAR) surgiu no chamado Concílio de Trento (sess. XXIII, can. Vi) do século dezesseis, também chamada de hierarquia ordinis, no tempo do Papa Paulo III. O Concílio de Trento não tratava dos interesses de Cristo, mas dos interesses de homens sedentos de poder e com as costas viradas para Cristo. No Concílio de Trento, foi também reafirmada a Inquisição Católica.

Esta hierarquia católica de dominação, sujeição e subordinação humana, além de não possuir absolutamente nenhum respaldo bíblico, é uma literal confusão em si mesma, evidenciando a desobediência às Escrituras por parte da Grande Apóstata, a Igreja Católica Romana, sobre a qual Paulo também nos fala nesta 1 Epístola a Timóteo.

“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado”. 1 Timóteo 4:1-5

Sem desejarmos entrar em detalhes sobre a hierarquia católica (não é o objetivo deste artigo), esta é mais ou menos a seguinte:

Episcopado
- Papa - Sumo pontífice, Vigário de Cristo, Príncipe dos Apóstolos
- Cardeais - membros do Colégio de Cardeais (elegem o Papa)
- Arcebispos
- Prelados

Presbiterado
- Monsenhores
- Cônegos
- Padres

Deixando as abominações católico-romanas de lado, o que nos interessa é o que a Bíblia nos ensina, e quando Paulo se refere aos Bispos e aos Presbíteros, está se referindo ao mesmo ministério. Há, todavia, uma peculiaridade em relação aos Presbíteros (do Grego: presbuteros = ancião), que é justamente o fato de serem homens da Igreja mais velhos e mais experimentados.

A inexistência de uma hierarquia de bispos sobre pastores e sobre presbíteros na Igreja de Cristo fica ainda mais clara quando lemos o que o apóstolo Pedro escreveu:

“Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória.” 1 Pedro 5:1-4

O apóstolo Pedro, assim como o apóstolo Paulo, eram pastores das ovelhas de Cristo, e notemos que Pedro chama a si mesmo de presbítero, sendo ele também um apóstolo. E neste seu ministério, como presbítero, ele admoesta aos outros presbíteros da Igreja que pastoreiem o rebanho de Cristo como exemplos para o rebanho e não como dominadores (pastorear; do Grego: poimaino = alimentar, suprir, cuidar).

Os Diáconos

“Semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam respeitáveis, de uma só palavra, não inclinados a muito vinho, não cobiçosos de sórdida ganância, conservando o mistério da fé com a consciência limpa. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato. Da mesma sorte, quanto a mulheres, é necessário que sejam elas respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo. O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa. Pois os que desempenharem bem o diaconato alcançam para si mesmos justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus.” 1 Timóteo 3:8-13

O Diaconato (do Grego: diakonos = servo, despenseiro, administrador) é um ministério vital para a Igreja. Este ministério dado por Deus à Igreja aparece em Atos dos Apóstolos.
Tendo as múltiplas tarefas do Apostolado, os apóstolos de Cristo enxergavam a necessidade de se dedicarem à pregação missionária do Evangelho, além da oração e da tremenda tarefa de continuarem e edificar a Igreja que o Senhor Jesus Cristo havia terminado de fundar. Vejamos este trecho bíblico:

“Ora, naqueles dias, multiplicando-se o número dos discípulos, houve murmuração dos helenistas contra os hebreus, porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas na distribuição diária. Então, os doze convocaram a comunidade dos discípulos e disseram: Não é razoável que nós abandonemos a palavra de Deus para servir às mesas. Mas, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço; e, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra. O parecer agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.” Atos 6:1-6

Vemos aqui o surgimento de um ministério bastante específico, e vital, como já dissemos, o diaconato. É um ministério de grande responsabilidade e que envolve diversas tarefas para com os cuidados do povo de Deus. E nesta Epístola a Timóteo, Paulo reafirma o que está escrito em Atos 6, afirmando a necessidade de serem os diáconos homens de boa reputação, experimentados, não gananciosos, não dados a muito vinho, irrepreensíveis e que governem bem as suas próprias casas (do Grego: proistemi = governar, superintender, administrar). Notemos como Paulo enfatiza a necessidade de serem homens experimentados e sem ganância, pois este ministério envolve também a administração dos recursos financeiros da Igreja, razão também pela qual, além de não gananciosos, precisam ser homens que governem (administrem) bem as suas próprias casas. O diaconato é, em nossa visão, um dos mais belos ministérios para o serviço da Igreja.
 

 


 

 

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