Desmascarando os Segredos Ocultos do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala e da Teosofia

Este texto mostra de maneira INCONTESTÁVEL que o deus do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala, da Teosofia e do Movimento Nova Era (New Age) NÃO é o DEUS TODO-PODEROSO, o JEOVÁ ELOHIM da Bíblia. E a incontestabilidade do texto não é a argumentação, mas o resultado do confronto direto entre os ensinamentos do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala e da Teosofia com A PALAVRA DE DEUS. O objetivo deste artigo é a advertência, a quantos o leiam, de que as almas de todos aqueles que se envolvem com o ocultismo estão correndo o sério risco de se perderem eternamente, ou seja, sem salvação, o que em última análise significa a condenação ao inferno. A esperança da salvação encontra-se tão somente em JESUS CRISTO, o SALVADOR.

Postos os ensinamentos ocultistas diante da BÍBLIA, o resultado é a aniquilação pela PALAVRA DE DEUS de toda a farsa e de toda as mentiras satânicas nas quais se baseiam o Hinduísmo, o Budismo, a Kabala e a Teosofia.

“Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo” 

2 Coríntios 10:3-5

 

As tentativas insistentes do Hinduísmo, do Budismo, da Kabala, do Espiritismo e da Teosofia em negar o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Criador, o Pai do Senhor Jesus, podem ser claramente observadas nos escritos de uma Budista e Bruxa professa, Helena Petrovna Blavatsky, a fundadora da Sociedade Teosófica e da Revista Lucifer. Helena Petrovna Blavatsky foi uma das mais atuantes bruxas satanistas de que se tem notícia. Profunda conhecedora e apologista dos ensinamentos Hinduístas, Budistas e Kabalistas, e ainda declarada opositora do Cristianismo, Blavatsky sempre teceu longos elogios ao Hinduísmo e ao Budismo em suas obras. No texto a seguir, retirado de seu livro Isis Unveiled (Ísis sem Véu), Blavatsky nos faz uma reveladora demonstração de como o Hinduísmo, o Budismo e a Kabala procuram negar, categoricamente, a existência do Deus de Israel, o Criador dos céus e da terra.

Vejamos o que escreveu, de modo ultrajante e blasfemo, Helena Blavatsky:

“A doutrina esotérica, então, ensina, como o Budismo e o Bramanismo, e mesmo a perseguida Kabala, que a infinita e desconhecida Essência existe a partir de toda a eternidade, e em sucessões regulares e harmônicas é ou passiva ou ativa. Na fraseologia poética de Manu (1) essas condições são chamadas o “dia” e a “noite” de Brahman. A última está ou “acordada” ou “adormecida”. Os Svabhavikas, ou filósofos da mais velha escola do Budismo (que ainda existe no Nepal), especulam sobre a condição ativa dessa “essência”, a qual é por eles chamada de Svabhavat, e consideram tolice teorizar sobre o abstrato e “desconhecido” poder em sua condição passiva. Daí serem eles chamados de Ateístas tanto pela teologia Cristã como por modernos cientistas; pois nenhum dos dois é capaz de entender a profunda lógica de sua filosofia. A primeira não concordará com nenhum outro Deus senão com os poderes secundários personificados os quais trabalharam cegamente o universo visível, e o qual se tornou com elas o Deus antropomórfico dos Cristãos, o Jeová, bramindo entre trovões e relâmpagos. Por sua vez, a ciência racionalista cumprimenta os Budistas e os Svabhavikas como os “positivistas” das eras arcaicas. Se adotarmos uma visão unilateral da filosofia destes últimos, nossos materialistas podem estar certos a seu modo. Os Budistas afirmam que não há Criador mas uma infinidade de poderes criadores, os quais coletivamente formam a eterna substância, a essência do que é inescrutável-daí não ser um assunto para especulação para nenhum verdadeiro filósofo.” (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 2, página, 264)

Nota: (1) Manu. Os Escritos de Manu fazem parte da literatura dos Vedas do Hinduísmo.

Neste revelador e blasfemo texto de Blavatsky podemos ver o que se esconde por trás da tal “consciência universal” do Hinduísmo e da Nova Era. A “eterna substância” ou a “essência” a que se refere Blavatsky ao explicar as doutrinas do Hinduísmo e do Budismo, é colocada como sendo “forças criadoras” “substitutas” para o Único e Verdadeiro Deus Criador, o Deus de Israel.

 

A seguir uma das mais auto-condenatórias afirmações da bruxa Budista-Hinduísta Cabalista e Satanista Helena Blavatsky a respeito da mentirosa doutrina Hinduísta que afirma não ser o Deus de Israel, o Pai do Senhor Jesus, o verdadeiro Deus acima de tudo e de todos. Em suas próprias palavras, Blavatsky afirma e explica as conexões da doutrina Hindu com o Ocultismo. O texto é um trecho também extraído do livro de Blavatsky: Isis Unveiled. Neste segmento do livro Blavatsky desenhou diagramas com um triângulo no topo e explica, com ilustrações e palavras, a doutrina Hinduísta.

Importante observar que Blavatsky se utiliza de um linguajar ocultista, logo repleto de truques e de jogos de linguagem. Blavatsky ainda assevera, escancaradamente, que os segredos do ocultismo (os quais a apologista do Budismo e do Hinduísmo conhecia em profundidade) são apenas para os iniciados, e revela o caráter ocultista e secreto dos Mantras do Hinduísmo:

 

“ A Doutrina Hindu

 

O Triângulo Superior

 

Contém o Nome Inefável. É En-Soph, o Ilimitado, o Infinito, cujo nome não é conhecido por ninguém a não ser pelos iniciados, e não podia ser pronunciado alto sob pena de morte. Não mais do que Para-Brahma pode En-Soph criar, pois ele está na mesma condição de não-ser tal como o primeiro; ele é não-existente uma vez que ele permanece em seu estado latente ou passivo dentro de Oulom (o tempo sem fronteiras e sem limite); não sendo ele o Criador do universo visível, nem é ele Aur (Luz). Ele se tornará a última quando o período de criação o tiver impelido a expandir a Força dentro dele, de acordo com a Lei segundo a qual ele é a personificação e essência.

‘Quem quer que se familiarize com o Mercaba e o *lahgash (fala secreta ou encantamento) aprenderá o segredo dos segredos’.

* lahgash (é quase idêntico em significado com Vach, o poder oculto dos Mantras)” (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 2, página, 266)

Já podemos entender, claramente, que o “Infinito” a que se refere o Hinduísmo nada, absolutamente, tem a ver com o Deus Todo-Poderoso, o Criador dos céus e da terra. Blavatsky ao mencionar o “Infinito, cujo nome não é conhecido” evidentemente não está se referindo ao Deus dos Cristãos, pois Blavatsky se esforça em seu livro a fim de tentar demonstrar que: “o Infinito é desconhecido” e impessoal. Porém, a Bíblia apresenta Deus como uma pessoa, um ser, profundamente afetivo e pessoal:

“Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome.” Salmos 91:14 

“Não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao SENHOR, porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniqüidades e dos seus pecados jamais me lembrarei.” Jeremias 31:34 

E ainda:

“Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11:27 

Blavatsky prossegue:

“Ambos “ESTE” e En-Soph, em suas primeiras manifestações de Luz, emergindo de dentro da escuridão, podem ser sumarizados em Svabhavat, a eterna e não criada Auto-existente Substância a qual produz tudo; enquanto tudo o que seja de sua essência se auto-produz de sua própria natureza.” (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 2, página, 266).

Aquí vemos a afirmação de Blavatsky, Budista, Ocultista e Satanista, de que a tal “essência” provém DE DENTRO DA ESCURIDÃO. Tal afirmação já é mais do que suficiente para entendermos que a “essência” ou “consciência universal” de que fala o Hinduísmo NADA tem a ver com Deus, pois está escrito:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.” João 1:1-5

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança.” Tiago 1:17 

O Deus dos Cristãos, o Criador dos céus e da terra não somente é Ele próprio o Pai das luzes, como é igualmente Ele quem dissipa as trevas.

Diferentemente, a “essência” do Hinduísmo provém DE DENTRO DA ESCURIDÃO, segundo nos revela uma das maiores apologistas e defensoras do Ocultismo de que se tem notícia, Helena Petrovna Blavatsky, mestra satanista do Hinduísmo, do Ocultismo e da Teosofia. 

Em seu livro Isis Unveiled, Blavatsky ainda faz uma outra excelente demonstração de como as mentiras dos ensinamentos Hindus estão em total concordância com a mentira da Teoria da Evolução, o que evidencia quem (Satanás, o pai da mentira) está por trás das doutrinas Teosóficas:

“Como nós mostramos, nem os Svabhavikas, filósofos Budistas-nem os Brâmanes acreditam em uma criação do universo ex-nihilo, mas ambos acreditam em Prakriti, a indestrutibilidade da matéria. A evolução das espécies e o sucessivo aparecimento de várias novas formas é muito distintamente mostrado em Manu (1).”

Em seguida Blavatsky cita trechos dos escritos de Manu (Manu, book i., sloka 20; e "Bhagavatta") e conclui com suas próprias palavras:

“Isto, nós acreditamos, é a real teoria dos Evolucionistas modernos’” (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 2, página, 271).

Devemos admitir que após anos estudando todas as falsas religiões que conduzem o homem ao inferno, jamais antes havíamos deparado com escritos tão diabólicos e blasfemos como os escritos da satanista Blavatsky.

A seguir um dos mais horrendos e blasfemos textos que jamais lemos. Uma completa expressão declarada de negação do Deus de Jacó:

“Se nós combinarmos com Jod as três letras que formam o nome de Eva, nós teremos o tetragrama divino pronunciado IEVO-HEVAH, Adão e Eva, (caracteres hebraicos), Jeová, macho e fêmea, ou a idealização da humanidade corporificada no primeiro homem. Assim é que podemos provar que, enquanto os kabalistas judeus, em comum com seus mestres iniciados, os Caldeus e os Hindus, adoravam o Supremo e Desconhecido Deus, no silêncio sagrado de seus santuários, as massas ignorantes de todas as nações foram deixadas a adorar algo que era certamente menor do que a Eterna Substância dos Budistas, os assim chamados Ateístas. Assim como Brahma, a deidade manifesta no mítico Manu, ou o primeiro homem (nascido de Swayambhuva, ou o Auto-existente), é finito, também Jeová corporificado, em Adão e Eva, é apenas um deus humano. Ele é o símbolo da humanidade, uma mistura de bem com uma porção de inevitável mal; de espírito tornado em matéria. Ao adorarmos Jeová, nós simplesmente adoramos a natureza, como corporificada em homem, meio espiritual e meio material, na melhor das hipóteses: nós somos Panteístas, senão adoradores de fetiche, como os judeus idólatras, que sacrificavam nos altos, em bosques, para o princípio personificado macho e fêmea, ignorantes de IAO, o Supremo “Nome Secreto” dos Mistérios. Shekinah é o Vach Hindu, e louvado nos mesmos termos como este último. Embora mostrado na kabalística Árvore da Vida como procedendo da nona Sephiroth, ainda assim Shekinah é o “véu” de En-Soph, e o “vestuário” de Jeová. O “véu”, por ter conseguido por longas eras esconder o real Deus supremo, o Espírito universal, e mascarando Jeová, a deidade exotérica, fez os Cristãos o aceitarem como o “pai” do Jesus iniciado. No entanto, os kabalistas, assim como os Dikshita Hindus, conheciam o poder do Shekinah ou Vach, e o chamam de “sabedoria secreta”. (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 2, página, 269).

“Desde o começo da criação, as três palavras “OM tat sat” foram usadas para indicar a Suprema Verdade Absoluta. Estas três representações simbólicas eram usadas pelos brahmanas enquanto cantavam os hinos dos Vedas e durante os sacrifícios que eles executavam para a satisfação do Supremo. Portanto, para alcançar o Supremo, os transcendentalistas, empreendendo a execução de sacrifícios, caridade e penitências conforme as regulações das escrituras, inicialmente sempre pronunciam o OM.” (Bhavagad Gita 17- 23 e 24)

O que Helena Blavatsky escreveu acima, em linguagem ocultista e horrendamente blasfema, é que os mestres Caldeus e Hindus do Ocultismo conheciam uma maneira de se comunicar com o “Supremo” (como ela diz: a “Eterna Substância dos Budistas”) através do poder ocultista dos Mantras Hindus (Vach). E essa tal “Eterna Substância”, segundo Blavatsky e o Hinduísmo-Budismo, estaria acima do próprio Deus, Jeová, o Criador (que segundo o Hinduísmo seria apenas mais “um deus” dentre outros deuses). Essa coisa a que chamam de “Supremo” (AUM, ou OM, ou ainda Pranava) seria “algo” impessoal e eterno que estaria acima do Deus dos judeus e dos cristãos. E, ainda segundo as doutrinas secretas do Hinduísmo e do Budismo, explicadas em linguagem ocultista por Blavatsky, AUM é saído de dentro das trevas. Este horrendo ensinamento Hinduísta-Budista afirma, inacreditavelmente, que AUM é algo acima de Jeová, o Deus Todo-Poderoso.

A seguir examinaremos o que escreveu o Kabalista Colin Low, em The Sephiroth e veremos as conexões da Kabala com o Hinduísmo e o Budismo, todos colocados, pelos próprios ocultistas, como sendo “ensinamentos secretos”.

O desconhecimento do Deus de Israel é tamanho que os Cabalistas, os Hinduístas, os Teosofistas e outros ocultistas, em vãs e inúteis tentativas de entender a existência (esta só pode ser compreendida pelos ensinamentos revelados pelo verdadeiro Deus nas Escrituras), chegam ao ponto de afirmar que a tal “essência universal” ou “alma universal” não é nem boa e nem má e que estaria acima do próprio Deus, o Jeová da Bíblia, o Pai do Senhor Jesus.

Segundo a Cabala, Binah, Chokmar e Kether seriam “manifestações” de Deus (que seria uma manifestação dessa tal “alma universal”, "Brahman" ou ainda "consciência cósmica"). Kether, na representação Kabalística (ou Cabalista) contém infinita bondade e infinita maldade. Nada poderia ser tão oposto ao que nos declara o Deus dos Cristãos, o Criador:

“Louvai ao SENHOR, porque o SENHOR é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável.” Salmos 135:3 

“Pois tu não és Deus que se agrade com a iniqüidade, e contigo não subsiste o mal.” Salmos 5:4 

E a situação vai piorando na medida em que eles se aprofundam nos “estudos” da “sabedoria secreta”. Vejamos o que afirma (em linguagem nitidamente ocultista) o Kabalista Colin Low à respeito dessa suposta representação de Deus (a tal “alma universal” ou “essência”):

“A metáfora primária é a de um falo-Chokmah, é o falo que ejacula continuamente dentro do útero de Binah, e Binah em retorno dá à luz a realidade fenomenal.” (Colin Low, The Sephiroth, chapter 4).

Segundo o Kabalista Colin Low, Binah é a mãe da causa e efeito, também chamada de a Grande Mãe. A linguagem metafórica de Colin, no entanto, deixa de ser metafórica quande ele escreve o que se segue:

“O nome-Deus de Binah é Elohim, um substantivo feminino com uma terminação masculina no plural. Quando nós lemos na Bíblia “No princípio criou Deus...”, este Deus é Elohim. O nome Elohim é associado a todas as Sephiroth no Pilar da Forma, e é usado para representar o aspecto feminino de Deus.” (Colin Low, The Sephiroth, chapter 4).

O que o ocultista Colin Low procura afirmar é o seguinte: Binah, Chokmar e Kether seriam manifestações de Deus, porém não o próprio Deus (lembrando que quando os Kabalistas dizem: Deus, não estão se referindo ao Deus Criador, Jeová Elohim, mas à tal “alma universal”, ou “consciência universal”, ou o “AUM” do Hinduísmo). A real identidade de Deus estaria oculta e não seria acessível a ninguém. Porém ao mesmo tempo em que discorre sobre o “Deus desconhecido” (ou impossível de ser conhecido em sua forma original - novamente a tal “essência” do Budismo), Colin associa Elohim a Binah, afirmando, em linguagem ocultista e blasfema, que: “Elohim não é Deus”.

Porém está escrito:

“No princípio criou Deus os céus e a terra.” Gênesis 1:1

No Hebraico do texto Bíblico original temos:

“No princípio criou Elohim os céus e a terra.” Gênesis 1:1

E ainda:

“Falou mais Deus a Moisés, e disse-lhe: Eu sou Jeová.” Êxodo 6:2

No Hebraico do texto Bíblico original temos:

“Falou mais Elohim a Moisés, e disse-lhe: Eu sou Jeová”. Êxodo 6:2

E ainda:

“Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus” Isaías 45:5

No Hebraico:

“Eu sou JEOVÁ, e não há outro; além de mim não há Elohim” Isaías 45:5

Os “misteriosos segredos” das doutrinas secretas postulam uma enorme e blasfema falácia: A suposta “alma deus” do homem deve ser unida à “Alma universal” (o “Infinito desconhecido”, “a essência”, a “consciência universal”) possiblitando ao homem “tornar-se Deus”.

A argumentação dos ocultistas, no entanto, é sutil e mascarada. Enquanto o Deus da Bíblia afirma que a menos que o homem n'Ele creia, nunca jamais poderá ser salvo, o Hinduísmo, o Budismo, a Kabala e a Teosofia afirmam que em Deus não se crê, mas que Deus seria “uma experiência” e não alguém. E essa tal “experiência”, para os ocultistas, se refere à “união com a esência”, o “todo”, enquanto revoltosamente negam a soberania do Deus dos deuses, Elohim, o Senhor Jesus Cristo.

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez .”

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (João 1:1-3 e 14)

Para os ocultistas clássicos (Hinduísmo, Budismo, Cabala, Rosa Cruzes e New Age) Deus seria “a experiência pessoal de união da “alma-deus” do homem com a “alma universal” ou “espírito universal”. E essa “experiência” passa diretamente pela auto-contemplação do homem, o que, aliás, é pecado de idolatria em seu sentido mais exato.

O “espírito universal”, ou a “essência” a que se referem a Teosofia, o Budismo, a Kabala e o Hinduísmo NÃO É DEUS.

O verdadeiro Deus é conhecido daqueles que o amam, como está escrito:

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:3 

E existe somente UMA ÚNICA maneira de se conhecer o verdadeiro Deus:

“Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11:27 

Somente o Filho pode revelar o Pai. E o Hinduísmo e a Teosofia são ambos a negação e a oposição às afirmações do Senhor Jesus Cristo. Por isso Blavatsky e tantos outros ocultistas eram e são ferrenhos opositores contra os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo. E a oposição contra Cristo não é nenhuma novidade, pois as Escrituras registraram:

“O homem retirou-se e disse aos judeus que fora Jesus quem o havia curado. E os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus.” João 5:15-18

A “alma-deus” do Hinduísmo não passa de arrogante fantasia e pretensão blasfema, pois, de acordo com a Bíblia, o homem é uma simples e mortal criatura cujas tantavivas pretensiosas de se auto-elevar são solenemente condenadas por Deus. Está escrito:

“Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado.” Mateus 23:12 

E as advertências de Deus contra a auto-exaltação foram dirigidas a anjos e a homens:

"Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, dize ao príncipe de Tiro: Assim diz o SENHOR Deus: Visto que se eleva o teu coração, e dizes: Eu sou Deus, sobre a cadeira de Deus me assento no coração dos mares, e não passas de homem e não és Deus, ainda que estimas o teu coração como se fora o coração de Deus; sim, és mais sábio que Daniel, não há segredo algum que se possa esconder de ti; pela tua sabedoria e pelo teu entendimento, alcançaste o teu poder e adquiriste ouro e prata nos teus tesouros; pela extensão da tua sabedoria no teu comércio, aumentaste as tuas riquezas; e, por causa delas, se eleva o teu coração ,assim diz o SENHOR Deus: Visto que estimas o teu coração como se fora o coração de Deus, eis que eu trarei sobre ti os mais terríveis estrangeiros dentre as nações, os quais desembainharão a espada contra a formosura da tua sabedoria e mancharão o teu resplendor. Eles te farão descer à cova, e morrerás da morte dos traspassados no coração dos mares.Dirás ainda diante daquele que te matar: Eu sou Deus? Pois não passas de homem e não és Deus, no poder do que te traspassa. Da morte de incircuncisos morrerás, por intermédio de estrangeiros, porque eu o falei, diz o SENHOR Deus.

Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:

Filho do homem, levanta uma lamentação contra o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o SENHOR Deus: Tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus; de todas as pedras preciosas te cobrias: o sárdio, o topázio, o diamante, o berilo, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo e a esmeralda; de ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado, foram eles preparados. Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniqüidade em ti. Na multiplicação do teu comércio, se encheu o teu interior de violência, e pecaste; pelo que te lançarei, profanado, fora do monte de Deus e te farei perecer, ó querubim da guarda, em meio ao brilho das pedras. Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; lancei-te por terra, diante dos reis te pus, para que te contemplem. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio, profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu, e te reduzi a cinzas sobre a terra, aos olhos de todos os que te contemplam. Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; vens a ser objeto de espanto e jamais subsistirás.” Ezequiel 28: 1-19

Em relação ao Hinduísmo e ao Budismo, mais especificamente, podemos ver que são os grandes responsáveis por esses conceitos ocultistas blasfemos desenterrados do êrmo dos escritos védicos e trazidos para o ocidente por servos do diabo, dentre os quais figurava, em destaque, a bruxa budista Helena Petrovna Blavatsky.

Os “ensinos secretos” do Hinduísmo e do Budismo significam, resumidamente, o seguinte: Através do poder secreto dos Mantras Hindus, o iniciado Hinduísta ou Budista invoca AUM (que seria a tal “Substância Eterna” impessoal acima de Deus). Os Mantras Hindus dessa forma proporcionariam uma “ligação” entre a “essência divina” presente dentro dos homens (a “alma deus”) que, unida a AUM (o “eterno” “Infinito”) , tornaria o homem “um deus”.

Essa “experiência” de união da “alma deus” do homem com a “alma universal” é o que os Hindus, os Kabalistas os Budistas e os Teosofistas entendem por Deus.

É esse, portanto, o real conceito absurdo que tem o Hinduísmo, a Kabala, o Budismo e a Nova Era sobre Deus. A “experiência” ocultista é o objeto de atenção e de foco escondido por detrás dos segredos das doutrinas secretas. O que, em última análise, tem por objetivo o absurdo dos absurdos: Fazer o homem ser Deus.

Essa é uma das razões porque o Hinduísmo assevera que todas as religiões são válidas, pois para os Hinduístas todos os deuses estão abaixo de AUM, e tudo, de um modo ou de outro, estaria sujeito ao “Infinito desconhecido” e, segundo o ocultismo, essa sujeição não deixaria de fora Jeová, o Deus de Israel. Uma blasfêmia digna do inferno! Por isso, com indisfarsável satisfação de sêde de justiça, lemos o que Jeová Elohim afirma:

“O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 20:10 

Ainda especificamente sobre o Hinduísmo, para este último todas as religiões seriam válidas, pois Brahma, Vishnu, Kali, Shiva, Parvati, dentre todos os demais “deuses”, assim como todos os chamados Avatares (reencarnações de deuses, como Krishna e Buda, que segundo o Hinduísmo, são reencarnações do senhor Vishnu) estão todos abaixo do impessoal e fictício AUM (a “essência” fictícia).

Segundo o Hinduísmo, o Budismo e a Kabala, “tornar-se Deus” é uma possibilidade real (pois para eles Deus é “uma experiência”, como afirmam Blavatsky e Colin Low) e esta “experiência” começa com a “conscientização” de que todo homem possui dentro de si mesmo a “essência divina” (a “alma-deus”) que deve ser “despertada” e “conduzida” (pelas práticas do Hinduísmo e do Budismo, onde figuram em destaque a Yoga e os Mantras) para AUM a fim de que o homem seja parte do “todo” encabeçado por AUM (que Blavatsky chama de “a eterna substância dos Budistas”).

E já que todos os “deuses”, segundo o Hinduísmo, um dia foram homens, os Hinduístas e Budistas também poderão se tornar “deuses” assim como eles se tornaram. É o que afirma a mestra do Hinduísmo:

“A verdadeira doutrina de Buda diz que os demônios, quando a natureza produziu o sol, lua e estrelas, foram seres humanos, mas, devido aos seus pecados, eles decaíram de seu estado de felicidade. Se eles cometem pecados maiores, eles sofrem maiores punições, e homens condenados são ajustados por eles entre os diabos; enquanto, ao contrário, demônios que morrem (espíritos elementares) e que nascem ou encarnados como homens, e que não mais cometem pecado, podem chegar ao estado de felicidade celestial. O que é uma demonstração, observa Edward Upham, em sua History and Doctrine of Buddhism, que todos os seres, quer sejam divinos ou humanos, estão sujeitos às leis da transmigração, as quais operam em todos, segundo uma escala de ações morais.” (Helena Petrovna Blavatsky, Isis Unveiled, Vol. 1, página, 448).

Para o blasfemo Hinduísmo (propagado por indivíduos como o Dalai Lama e Prabhupada) Jeová seria apenas “um deus” e o Senhor Jesus Cristo “um avatar” ou um “iniciado”. Mas quando ouvem as palavras do Senhor Jesus Cristo, o verdadeiro Deus, o próprio Jeová,  pela boca dos Cristãos, os Hinduístas se sentem profundamente incomodados. Por isso a perseguição por parte dos Hindus contra os cristãos (cf. Aliança Internacional de Missões), pois nós Cristãos afirmamos aquilo o que sabemos e conhecemos: a verdade. E a verdade é esta:

“Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te CONHEÇAM a TI, o ÚNICO Deus verdadeiro, E a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:1-3

Eis o porquê também de os Hinduístas não aceitarem a existência do inferno eterno preparado para os inimigos de Deus, pois não dão ouvidos ao Evangelho do Senhor Jesus, antes acreditam que “um dia”, após repetidos ciclos de reencarnações, se tornarão deuses  unidos ao tal AUM (a “essência” imaginária dos ocultistas), pois, segundo o Hinduísmo, os erros e as perversidades dos homens são anulados pelos ciclos reencarnacionistas segundo a “lei” Hinduísta e Budista do “karma”.

Finalizando, através dos ensinamentos das doutrinas do Hinduísmo, do Budismo, da Cabala, da Teosofia e do New Age Movement Satanás tem os seguintes objetivos:

-Induzir o homem a negar a existência do Único e Verdadeiro Deus, Jeová Elohim, o Criador, o Pai do Senhor Jesus Cristo.

-Fazer com que o homem acredite que não necessita de obedecer ao Evangelho do Senhor Jesus a fim de que possa ser purificado e salvo do inferno, pois a “lei do karma” (reencarnação) “purificaria” a alma humana.

-Induzir o homem a acreditar que um dia pode ser Deus.

-Enganar os adeptos do Hinduísmo fazendo-os pensar que estão adquirindo sabedoria pela ilusão da progressiva “conscientização” de que a alma do homem deriva, faz parte e deve se unir à “essência superior” ou “consciência universal”. Dessa forma Satanás desvia a atenção do homem da verdadeira sabedoria presente na Bíblia para a falsa sabedoria do ocultismo e ainda induz os Hinduístas a pensar que são auto-suficientes e que não necessitam do verdadeiro Deus.

-Fazer o homem acreditar que todos os caminhos conduzem a Deus.

-Mentindo e enganando, Satanás procura confundir a mente dos Hinduístas, dos Budistas e dos Teosofistas a fim de que considerem a Bíblia “inferior” aos Vedas. Para tal, o diabo se utiliza de argumentações tais como: A idade dos escritos dos Vedas, supostas “contradições” da Bíblia, a Bíblia seria contra a ciência, o número de adeptos do Hinduísmo que há no oriente, o comportamento de aparente tranquilidade e de aparente humildade dos Budistas e dos Hinduístas, e a existência de “segredos” que estariam na posse dos mestres do Hinduísmo.

-Iludir o pensamento e o sentimento dos homens procurando fazê-los acreditar que a condenação ao inferno seria incompatível com a bondade de Deus.

-Iludir o homem de que não haverá condenação eterna.

-Fazer o homem acreditar que pode pecar e que seus pecados serão “anulados” pela transmigração da alma (a reencarnação, uma das mais antigas eficazes mentiras que Satanás tem difundido ao longo da história).

-Fazer com que os homens pensem que ele, Satanás, não existe tal como a Bíblia o descreve (perverso, cruel, sádico, sarcástico, irônico, homicida, louco, difamador, blasfemador, acusador, implacável, mestre em ilusão e o pai da mentira).

-Procurar fazer com que os homens odeiem os cristãos. Para isso Satanás acusa os cristãos de serem presunçosos porque afirmamos que somente através do Senhor Jesus o homem pode ser salvo (e é exatamente isto o que o Senhor Jesus Cristo afirma).

-Tentar fazer com que o homem rejeite a Cristo Jesus como o Único Messias e Único Salvador.

-Induzir o homem a blasfemar contra Deus.

-Conduzir o homem a buscar a união com AUM (a fictícia “Alma universal”, “o Infinito desconhecido”, a “Sabedoria Infinita”, a “Essência divina”, a “Eterna Substância”, a “Consciência Universal”, “Brahman” ou ainda, a “Consciência Cósmica”) através do ocultismo, o que inclui, com destaque, a recitação dos Mantras do Hinduísmo e do Budismo e a Yoga. As práticas do ocultismo conduzem a um dos maiores objetivos do diabo: Fazer com que os homens se entreguem à possessão demoníaca. O Satanismo descarado é o mais “elevado” estágio do ocultismo e o seu fim último (antes do inferno).

-Iludir os homens com a tática da solicitação à curiosidade humana a fim de que o homem busque e se esforce por obter a “sabedoria secreta” (que nada mais é do que a iniciação no channeling ou mediunidade, a grande porta para a possessão demoníaca).

-Destruir material e espiritualmente o homem (o maior de TODOS os objetivos de Satanás é este: Matar o homem fisicamente e vê-lo ser lançado no inferno. Essa é a maior de todas as manifestações práticas do ódio de Satanás contra Deus.

-Evitar a todo custo que os homens obedeçam ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo, pois Satanás sabe que os únicos que podem fazer verdadeira oposição a ele são os Cristãos, pois somente os Cristãos recebem o poder do Deus Todo-Poderoso e possuem a autoridade invencível da Palavra de Deus. E isto tudo nós cristãos recebemos pela fé em Jesus Cristo.

Se você que acabou de ler este artigo ainda não tiver entregado a sua vida aos cuidados do Senhor Jesus Cristo, saiba que ainda há tempo. Sugerimos que ore e busque a Deus o quanto antes, pois não estamos em tempo de paz, mas de renhida guerra espiritual. E o que está em jogo é o destino ETERNO de sua alma.

“Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” 1 João 3:8

“Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também. E vós sabeis o caminho para onde eu vou. Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saber o caminho? Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” 

Senhor Jesus Cristo, João 14: 2-9   

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